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domingo, 1 de janeiro de 2017

Destaques Riffservice 2016

Tal como no ano passado decidi fazer uma lista (não dos melhores) dos meus álbuns favoritos de 2015. 

Volto a referir, esta não é a lista dos melhores, não gosto de listas que têm essa pretensão, esta lista refere-se apenas e só a gosto pessoal, ao meu gosto pessoal. A lista dos 10 preferidos vai ter um pequeno texto a acompanhar e a ordem é alfabética.  





Blackberry Smoke – Like An Arrow

Os Blackberry Smoke são um dos nomes de maior projecção da geração século XXI do Southern Rock e neste álbum mostram porquê. O som da banda mostra todas as suas influências, mostra uma mistura impecável de Hard Rock, Blues e até mesmo Country em alguns momentos.




Gary Hoey – Dust & Bones

Gary Hoey é um nome que passa ao lado dos mais desavisados na história do Hard Rock/Blues. No entanto ele tem uma carreira cheia de momentos de qualidade que passaram totalmente ao lado do mainstream. O som do álbum “Dust & Bones” é ao mesmo tempo moderno e vintage. Ele não esquece em nenhum momento as suas raízes Blues mas também nos apresenta influências Hard Rock e também Country como na doce Balada que nos é apresentada em dueto com Lita Ford. 



Hardline – Human Nature

Os Hardline já deixaram de ser uma banda na acepção da palavra há muitos anos. Mas isto não faz os trabalhos da banda perderem qualidade, a banda e em especial a dupla (Gioelli/Ramos). Em 2016 os Hardline fizeram um álbum que une as 2 vertentes de Hard Rock que os celebrizaram, por um lado temos o Hard Rock vigoroso que nos apareceu no 1º album “Double Eclipse” e por outro lado temos os tons mais melódicos e AOR dos álbuns lançados pela banda no século XXI.




Last Call Messiahs – Sermons Of Debauchery


Os Motley Crue terminaram (como banda) mas os Last Call Messiahs estão prontos (musicalmente) para continuar com a tocha do deboche e das músicas festeiras. O álbum “Sermons Of Debauchery” parece saído de uma máquina do tempo e remete-nos para Sunset Strip 1986, época de ouro do Hard Rock, da festa em palco e na vida.





The Last In Line – Heavy Crown


Os membros remanescentes da formação de maior sucesso da banda Dio juntaram-se a mostraram que mesmo muitos anos depois de trabalharem juntos ainda conseguem fazer músicas de qualidade. Aqui temos Vivian Campbell, Jimmy Bain (entretanto falecido), Vinny Appice, Claude Schennel e o vocalista Andrew Freeman a todo o vapor a tocarem o melhor Hard/Heavy dos últimos anos.



Pretty Maids – Kingmaker


Os Dinamarqueses Pretty Maids mostram que mesmo ao 15º álbum e com mais de 30 anos de carreira ainda são relevantes e têm muito a mostrar ao mundo dos amantes do Hard Rock/Heavy Metal/AOR. O álbum não tem a qualidade de “Future World” mas não envergonha em nada o passado da banda.




Spiritual Beggars - Sunrise To Sundown 

Apesar de estarem sempre como 2ª banda dos elementos que a compõe, os Spiritual Beggars quando se reúnem mostram a força do seu Hard Rock/Stoner/Heavy.  O som dos Spiritual Beggars sempre teve um pé no Stoner e outro pé no Heavy/Hard neste álbum de 2016 ganhou ainda mais força o Rock Clássico/Hard Rock Setentista no som da banda. O som da banda é intencionalmente vintage e podem esquecer qualquer influência das outras bandas de que os membros dos Spiritual Beggars fazem parte.


The Defiants – The Defiants 

Paul Laine, Bruno Ravel e Rob Marcello, trabalharam juntos nos anos 90 enquanto membros dos Danger Danger, em 2016 voltam a trabalhar e lançam um excelente álbum de Hard Rock Melódico. O som que aqui nos apresenta é mais próximo do que faziam originalmente os Danger Danger do que o da época de Laine nos Danger Danger. O grande destaque deste álbum além das melodias de alta qualidade cheias de alto astral, é o trabalho vocal irrepreensível de Paul Laine que nos mostra que ainda mantêm a sua privilegiada qualidade vocal, ao contrário de muitos companheiros da sua geração.




Tygers Of Pan Tang – Tygers Of Pan Tang 

Muitos anos passaram desde os tempos áureos da NWOBHM. Algumas bandas fizeram sucesso, a grande maioria desapareceu e os Tygers Of Pan Tang terminaram e voltaram no século XXI com alguns lançamentos de qualidade mas sem apelo ao mainstream. Muitas alterações na formação da banda e apenas o guitarrista Robb Weir se mantêm na banda desde o seu início. Em 2016 os Tygers Of Pan Tang lançaram um álbum de alta qualidade, quase todo marcado pelo Hard Rock/Heavy Metal de nomes como Judas Priest (dos primeiros anos), UFO entre muitos outros.





Zingo – Zingo


Apesar de terem sido gravadas nos anos 70 e nos anos 80, as músicas desta banda Canadiana apesar viram a luz do dia em 2016. E em boa hora aconteceu já que o mundo precisa de ouvir música com esta qualidade. A banda apresenta um som da sua época, os anos 70, som da onda de Bachman Turner Overdrive, Heart, entre outros grandes nomes da década. A música “Backstabber” foi provavelmente a música de 2016 que teve mais impacto em mim. 





Outros Destaques:


Cactus – Black Dawn
Cheap Trick – Bang Zoom Crazy….Hello
Cruzh – Cruzh 
Inglorious – Inglorious
Intuitive – Reset 
Marenna – No Regrets 
Massive – Destination Somewhere 
Palace – Master Of The Universe 
Phazer – Un(Locked)
Scorpion Child – Acid Roulette 
Shakra – High Noon 
Shiraz Lane – For Crying Out Loud
Ted Poley – Beyond The Fade 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Destaques Riffservice 2015

Tal como no ano passado decidi fazer uma lista (não dos melhores) dos meus álbuns favoritos de 2015. Volto a referir, esta não é a lista dos melhores, não gosto de listas que têm essa pretensão, esta lista refere-se apenas e só a gosto pessoal, ao meu gosto pessoal. A lista dos 10 preferidos vai ter um pequeno texto e a ordem é alfabética. 2015 não teve um álbum portentoso, um álbum que me deixasse a suspirar por muito tempo, exemplificando, em 2015 não saiu nenhum “Lipservice” ou nenhum “Freedom Rock” ainda assim houve vários álbuns de qualidade insuspeita e é a esses álbuns que na minha opinião marcaram 2015 que eu vou dar um pequeno destaque.

Care Of Night – Connected

Os Suecos Care Of Night estrearam-se em 2015 com o álbum “Connected”, se fossem necessárias mais provas, este álbum prova que a qualidade da música não depende da década em que ela foi feita. Noutros tempos este álbum poderia ter-se tornado um clássico e poderia ter levado os Care Of Night ao Olimpo do mainstream. Como qualquer álbum de Hard Rock/AOR não podem faltar as baladas que aqui estão bem representadas em músicas como “Dividing Lines”, “Unify” e “Say You Will”. Este álbum é um verdadeiro festim de melodia para quem gosta de Hard Rock Melódico/AOR. 



Def Leppard – Def Leppard

Os Def Leppard não precisam de apresentações, já andam nestas andanças há muitos anos no entanto desde o álbum “Euphoria” que não lançavam nada que me deixasse verdadeiramente empolgado. Em 2015 com o álbum “Def Leppard” eles deixaram de lado a maioria das suas experimentações e das tentativas de soarem modernos e lançaram um álbum que resume bem a carreira da banda Britânica. Temos músicas poderosas como “Dangerous”, temos músicas que poderiam ter saído em qualquer álbum entre 1987 e 1992 como “Let’s Go” que apesar de no refrão me soar um pouco a “One Direction” não deixa de ser uma música que me conquistou, temos músicas funkeadas e dançantes como “Man Enough” e como em qualquer álbum de Def Leppard, temos também baladas da qualidade de “Last Dance”. Se os Def Leppard não lançarem mais nada de original na sua já longa carreira, fecham com chave de ouro. 



Degreed – Dead But Not Forgotten

Durante a primeira década do século XXI foram as bandas Escandinavas que levaram a cena do Hard Rock o mais próximo do mainstream. Os Degreed já chegaram tarde para terem direito a um pouco desse holofote. “Dead But Not Forgotten” é o 3º álbum da banda e mostra a banda melhor do que nunca, o som da banda navega em várias direcções desde o Pop/Rock, ao Metal Melódico de tradição Escandinava sem nunca perder a consistência e a identidade de uma banda de Hard Rock. Não posso deixar de destacar a música “Better Safe Than Sorry” um Hard Rock contagioso, alegre e poderoso que me fez companhia várias vezes neste ano de 2015.



Hogjaw – Rise To The Mountains

Os Norte Americanos Hogjaw lançaram em 2015 o seu 5º álbum “Rise To The Mountains” e apesar de não serem uma banda recente são uma banda que eu só tive o prazer de conhecer em 2015, precisamente com o álbum “Rise To The Mountains”. O som que eles nos apresentam é de tradição sulista Norte Americana. No caldeirão sonoro dos Hogjaw temos Hard Rock, Southern Rock e um pouco de Metal, o som perfeito para ouvir num ambiente de conversa de amigos, acompanhado de um bom copo de Jack Daniels.



Iris – Ao Acaso

Este álbum foi um deleite para mim. Já sou fã dos Iris há muitos anos e mais uma vez os Algarvios não desiludem com o seu Hard Rock Clássico. Eu sempre vi os Iris como uma banda e não como um conjunto de músicos que tocam umas coisas engraçadas e não merecem ser levados a sério. Os Iris são em Portugal um dos casos mais flagrantes de banda que é vítima do seu sucesso. O álbum “Ao Acaso” mostra o que de melhor os Iris sempre fizeram, Rock Clássico com pitadas de Hard Rock e com aquele inconfundível sotaque Olhanense de Domingos Caetano. Os Iris mostram a sua crítica social na letra da música “Nuclear, Não obrigado” (se outros a lançassem, isto era o verdadeiro hino da geração), mostram também o seu lado sensível em baladas como “Dom da Vida” ou “Ao Acaso”. Os Iris também nunca se esquecem de incluir um cover de um clássico da música popular Portuguesa, neste caso um cover para “Grândola Vila Morena”.  Não é o melhor álbum de todos os tempos mas cumpre o que promete, ser um álbum de Rock feito para quem realmente gosta de Rock.



Maryann Cotton – Into Eternity

“Into Eternity” é o segundo álbum dos Dinamarqueses/Norte Americanos Maryann Cotton, banda que vai buscar o nome a uma famosa serial killer do século XIX. Esta banda vai buscar a sua inspiração sonora ao que Alice Cooper fez nos anos 70. Apesar da influência de Alice Cooper “Maryann Cotton” não soa como uma mera cópia já que também conta com instrumentistas da qualidade de Hal Patino, Sebastian Sly e Shawn Kemon, além do vocalista “Maryann” Patino, filho de Hal Patino. O grande destaque deste álbum é que soa a clássico, soa a vintage sem soar a imitação nem a subproduto.



Revolution Saints – Revolution Saints

Quando em 2014 soube que Doug Aldrich, Deen Castronovo e Jack Blades iam formar um grupo de imediato este tornou-se o lançamento mais esperado de 2015. E quando o álbum “Revolution Saints” saiu cumpriu integralmente todas as expectativas.  O álbum conta com melodias irrepreensíveis, baladas muito bem construídas além de ter ainda participações de nomes como Neil Schon, Arnel Pineda e Alessandro Del Vecchio. 



Stryper – Fallen

Após o fracasso do álbum “Reborn” os Stryper nunca mais falharam, os seus álbuns têm apresentado a consistência, a qualidade e o estilo que os fãs de Stryper sempre apreciaram no Hard Rock (às vezes Heavy Metal) vigoroso e poderoso dos Stryper. O álbum “Fallen” 11º lançamento da banda e conta com a produção do vocalista/guitarrista e principal compositor da banda Michael Sweet. Em alguns momentos este álbum ultrapassa as barreiras do Hard Rock e penetra em direcção ao Heavy Metal e ao Power Metal, músicas como “Yahweh” e “Big Screen Lies” são disso exemplos. E como qualquer álbum de Stryper que se preze, também neste “Fallen” temos uma bela balada, neste caso “All Over Again”.



The Night Flight Orchestra – Skyline Whispers

Só na Escandinávia é possível que membros de bandas de Metal Extremo como Arch Enemy e Soilwork formem uma banda com o som Hard Rock Clássico dos The Night Flight Orchestra. “Skyline Whispers” é o segundo álbum da banda e mostra toda a classe, capacidade e qualidade que os membros da banda têm para fazer Hard Rock/AOR ao melhor estilo dos anos 80 sem soar a cópia, nem a trabalho datado no tempo. Para mim, o grande destaque deste álbum é a música “Living For The Nighttime” esta música tem um ritmo e uma vibe muito contagiantes, para mim uma das minhas músicas preferidas de 2015.


Trixter – Human Era

Os Norte Americanos Trixter foram uma das últimas bandas da era de ouro do Hard Rock a ter algum destaque. Após um longo hiato entre 1995 e 2007, eles voltaram em 2007 e em 2015 lançam o seu 4º álbum de originais “Human Era”, após terem lançado o bom “New Audio Machine” em 2012. O álbum “Human Era” é um óptimo álbum que mostra todas as qualidades dos Trixter. Se logo nas 2 primeiras músicas “Rockin’ To The Edge Of The Night” e “Crash That Party” temos Hard Rock potente e festeiro, já nas músicas “Beats Me Up” e “Human Era” temos a beleza, a classe e a suavidade de belas baladas.



Outros destaques:

Cold Chisel – The Perfect Crime

Dimino – Old Habits Die Hard
Eclipse – Armageddonize
FM – Heroes & Villians
Joel Hoekstra’s Thirteen – Dying To Live
Kamchatka – Long Road Made Of Gold
Rata Blanca – Tormenta Electrica
Room Experience – Room Experience
The Answer – Raise A Little Hell
The Winery Dogs – Hot Streak
Thunder – Wonder Days
Toto - XIV
W.A.S.P. – Golgotha


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Comunicado da Gerência

A partir de Setembro iremos proceder à renovação da grelha, e estarão de volta alguns dos nossos companheiros que já nos habituaram à sua ilustre companhia e mestria na arte das ondas webrtzianas!

Estejam atentos!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

LADO B-POLAR

No antepenúltimo Lado B-Polar desta temporada vamos ter a companhia da banda canadiana Alvvays!
Não percam, mais logo, pelas 21:30!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

LADO B-POLAR

Esta semana, o Lado B-Polar está de volta e para darmos um pontapé no rabo da chuva que nos voltou a chatear, vamos ter como companhia os Death From Above 1979. Até mais logo, às 21:30!


segunda-feira, 20 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

LADO B-POLAR

Hoje, no Lado B-Polar estaremos na companhia dos nova-iorquinos Buke and Gase.
Não percam, mais logo, pelas 21:30!